Capote sobre Henri Cartier-Bresson, escreveu:
"Ele dançava na calçada como uma libélula inquieta, três grandes Leica penduradas no pescoço, a quarta colada ao olho, tac-tac-tac (a máquina parece parte de seu corpo), disparando cliques com uma intensa alegria e uma concentração religiosa de todo seu ser. Nervoso e alegre, dedicado a seu métier, Cartier-Bresson é um homem solitário no plano da arte, uma espécie de fanático".
domingo, 16 de dezembro de 2007
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