domingo, 16 de dezembro de 2007

sobre HCB

Capote sobre Henri Cartier-Bresson, escreveu:

"Ele dançava na calçada como uma libélula inquieta, três grandes Leica penduradas no pescoço, a quarta colada ao olho, tac-tac-tac (a máquina parece parte de seu corpo), disparando cliques com uma intensa alegria e uma concentração religiosa de todo seu ser. Nervoso e alegre, dedicado a seu métier, Cartier-Bresson é um homem solitário no plano da arte, uma espécie de fanático".

Sem comentários: